sábado, 16 de novembro de 2013

Importância do diagóstico e do tratamento da DMG

Por: Alana Sampaio

Qual é a importância do diagnóstico da Diabetes Mellitus Gestacional?

O diagnóstico da DMG é de suma importância para saúde da mãe e do bebê, pois quando o quadro de diabetes gestacional  é identificado, se inicia o tratamento.
Quando a DMG não é tratada o feto recebe glicose em excesso, gerando o crescimento excessivo do bebê e como foi exposto a grandes quantidades glicêmicas ao nascer pode apresentar quadro de hipoglicemia.

Quais as consequências da DMG não tratada?
Apresenta maior risco de :

  • Apresentação pélvica
  • Rotura prematura de membrana
  • Feto macrossômico
  • Policitemia com hiperviscosidade sangüínea
  • Hipoglicemia, hipocalcemia, hipomagnesemia
  • Síndrome de angústia respiratória
  • Cardiomiopatia
  • Icterícia
  • Risco de pré-eclampsia nas gestantes com DMG não tratada


A atividade física é importante durante a gestação?
Sim, pois reduz a taxa glicêmica.

Há estudos que mostram que a  utilização da insulina é mais eficiente no tratamento da Diabetes Mellitus Gestacional que a dieta, porém são necessários mais estudos com relação à isso.

Bibliografia:
http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S0104-42302008000600006&script=sci_arttext
http://www.tuasaude.com/diagnostico-da-diabetes-gestacional/

Diabetes Mellitus Gestacional e Grupo de risco

Por: Alana Sampaio

O que é?

O alto nível de glicose no plasma sanguíneo diagnosticado durante a gestação.

Causas da DMG?

Durante a gravidez ocorre a elevação de hormônios que possuem ação contrária à ação do hormônio insulina, são contra-reguladores, impedem que a insulina desempenhe sua função no organismo.
O hormônio lactogênico placentário é o principal hormônio contra-regulador, porém, há outros hormônios contra-reguladores: cortisol, estrógeno, progesterona e prolactina.

Como a DMG é diagnosticada?

É recomendado que sejam feitas testes a partir da 24ª semana gestacional. O diagnóstico é feito em duas etapas: glicemia em jejum e um exame da curva glicêmica.

Quais são os sintomas da DMG?

Normalmente há ausência de sintomas, porém em alguns casos a gestante pode apresentar alguns sintomas.

Qual é o grupo que apresenta maior tendência de desenvolver DMG?
  • Gestantes acima do peso ideal;
  • Com mais de 25 anos de idade;
  • Sedentárias;
  • Possuem familiares próximos com diabetes;
  • Apresentam hipertensão arterial;
  • Tenham histórico de excesso de hepergicêmia;
  • Possuem excesso de líquido amniótico;
  • Tiver dado a luz a um bebê sem vida.
O grupo de risco deve realizar exames antes da  24ª semana gestacional.

Bibliografia:


Pré diabetes

Por: Igor Beraldo

                                               

                                                                    Pré diabetes
A pré diabetes é uma condição que antecede a diabetes tipo 2  e pode ser combatida com hábitos saudáveis.
A pré diabetes  é uma condição reversível que ocorre ,de acordo com a reportagem ,  quando a taxa de açúcar no sangue está entre 100 e 125 mg/dl.
As sequelas são as seguintes:
·         As pessoas começam a ter resistência a insulina , ou seja as células precisam de mais hormônio para ter a mesma resposta.
·         Nessa fase já é  comum encontrar doenças cardíacas e acúmulo de gordura nas artérias
Entre os fatores de risco estão a hipertenção , triglicérides altos , casos de doenças na família...
Um dos tratamentos mais usados é a atividade física que tende a reduzir o peso corporal em cerca de 5 a 7%
Algumas recomendações para a pré diabetes são:
  • cereais integrais
  • frutas, principalmente ricas em antioxidantes e bases
  • legumes, verduras, leguminosas
  • poucos laticínios
  • um mínimo, melhor nada de carnes
  • água de boa qualidade (=pH =/>7; poucos minerais)
  • algumas ervas em forma de chá ou cápsulas
  • limão como co-adjuvante


Fontes:

Diabetes LADA e MODY

Por: Igor Beraldo



                                                   Diabetes tipo lada e mody
A diabetes tipo lada é uma doença autoimune como a diabetes tipo 1 só que ela é pouco conhecida pela população em geral. Atingindo cerca de 8% a 10% da população seu diagnóstico requer um exame específico.
A diabetes tipo lada é uma diabetes que por uma razão ainda desconhecida  pela medicina , o corpo destrói as células beta (que produzem insulina) tratando-as como se as células fossem organismos externos ao corpo.
É um tipo de diabetes que aparece mais depois dos 35 anos de idade do que outras faixas etárias. Geralmente aqueles que tem diabetes nessa faixa etária tem diabetes tipo 2 com fatores como obesidade e sedentarismo, mas a diabetes tipo LADA não necessariamente  apresenta estes fatores.
A destruição de células no tipo LADA ocorre muito mais lentamente do que no tipo 1.
Alem de medicamentos também é recomendado evitar o fumo, fazer exercícios, controlar a alimentação e se não tratado o doente pode desenvolver sequelas como neuropatia diabética  e nefropatia.
A diabetes tipo mody é causa por uma alteração do gene que regula a insulina  o que torna essa doença claramente hereditária.
A diabetes tipo MODY tem 6 tipos  no total e  está relacionada com erros de  transcrição e transporte da insulina no sangue.


Fontes:
http://diabetes-biobio94.blogspot.com.br/2011/11/diabetes-mellitus-do-tipo-mody.html
http://www.jamediu.com.br/profiles/blogs/o-que-e-diabetes-do-tipo-lada


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

A relação: açúcar x diabetes T2

Por: Luísa Borges



O açúcar comum é na verdade a sacarose (C12H22O11), um dissacarídeo (monossacarídeo + monossacarídeo). Os monossacarídeos que formam à sacarose são a glicose e a frutose. A glicose com um grupo aldeído e a frutose com um grupo cetona, sendo as duas de mesma forma molecular (C6H12O6). 




O grande problema do açúcar (sacarose) é a molécula de frutose nele contida. Pelo fato da frutose ter um potencial adoçante, muitas empresas alimentícias vem utilizando esse carboidrato para aumentar o sabor e a doçura dos alimentos. O problema é que o excesso de frutose tem importante papel na obesidade e por sua vez a obesidade está ligada ao diabetes tipo 2. 
A absorção da frutose aumenta quando ela é ingerida como sacarose. Na absorção da glicose, a frutose desloca passivamente entre fluidos para dentro da célula, desse modo facilitando seu metabolismo. A frutose estimula a atividade de enzimas no fígado. Essas atividades resultam numa maior síntese de lipídeos, assim elevando os níveis de gordura.




As células de gordura desenvolvem uma resistência à ação da insulina quando há um número muito grande de ácidos graxos dentro delas. Essa resistência impede a entrada de mais ácidos graxos para que a célula não aumente excessivamente seu tamanho.
A deficiência na ação da insulina faz com que a quantidade de ácidos graxos aumente na corrente sanguínea, estimulando o pâncreas a produzir insulina para que os ácidos graxos sejam levados para as células de gordura. Virando um ciclo crescente, já que cada vez mais a resistência aumenta.
Como há uma incapacidade da insulina exercer seu efeitos a pessoa adquire diabetes tipo 2.





quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Dia Mundial do Diabetes



Hoje, 14 de novembro, é o DIA MUNDIAL DO DIABETES!

Com o tema da campanha 2013 - “Diabetes: Proteja Nosso Futuro” estão sendo programadas palestras, corridas, caminhas, testes de glicemia e a iluminação de azul de diversos monumentos, pontos turísticos e prédios para chamar a atenção da população e das autoridades sobre a importância da prevenção e cuidados no tratamento do diabetes. Vale a pena conferir os sites da SBD e Dia mundial do Diabetes!!

Aí vão algumas informações da SBD sobre o símbolo utilizado na campanha!

“Por que um círculo azul?

A campanha para a Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes foi liderada pela Federação Internacional de Diabetes (IDF). Ela é representada por um ícone simples, que pode ser facilmente adaptado e usado em todos os lugares. O ícone clama a união pelo diabetes e simboliza o apoio à Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes.

O Conceito

Desde o início, a IDF buscou um símbolo simples, de modo a facilitar a reprodução em larga escala e facilitar o uso para qualquer pessoa que quisesse dar apoio à campanha. A ideia era ser algo tão simples, que uma criança pudesse desenhar com um giz de cera. O ícone pode ser facilmente reproduzido a um baixo custo e é facilmente integrado a qualquer campanha pelo diabetes.

A Escolha da Forma

Os círculos estão sempre presentes na natureza e têm sido usados como símbolo desde os primórdios da civilização. O significado do círculo é extremamente positivo. Em várias culturas, simboliza a vida, a mãe terra e a saúde. Nesta campanha, ele simboliza a união. A comunidade global de diabetes se juntou para dar apoio à Resolução das Nações Unidas sobre Diabetes. Nossas forças unidas foram a chave para fazer essa campanha tão especial.

A Escolha da Cor

O azul representa o céu e é a mesma cor da bandeira das Nações Unidas, que representa também a união entre os países. É a única entidade que pôde apelar aos governos de todos os lugares que era hora de reverter a epidemia global de diabetes, que ameaça o avanço econômico e que causa tanto sofrimento.


Publicado em 23/09/2010 - Categorias: Dia Mundial do Diabetes |”

Fontes:

Dia Mundial do Diabetes
http://www.diamundialdodiabetes.org.br/2013/11/14/por-que-um-circulo-azul/

domingo, 10 de novembro de 2013

Cetoacidose

 por Juliana Malafaia

           Sempre que o diabético se encontra em quadro de hiperglicemia é recomendado que ele faça o chamado de "teste da cetona". Este teste é necessário pois quando as taxas de glicose estão muito altas no corpo ( > 250 mg/dl) , mostrando que não há insulina suficiente, a toda essa glicose não consegue passar para dentro das células e o fígado queima gorduras e proteínas em necessidade ao substrato respiratório, ou seja, a glicose. Quando esse processo ocorre, o fígado produz cetonas ,que são substancias toxicas para o organismo, que em grande quantidade podem prejudicar o corpo, podendo até modificar o pH sanguíneo.
Quando a quantidade de cetonas é muito alta, a pessoa encontra-se em estado de cetoacidose. Na cetoacidose, o pH do sangue pode diminuir, causando edema cerebral; outras complicações podem surgir com o quadro da cetoacidose, como por exemplo hipocalemia, hipoglicemia e arritmia cardíaca.
Normalmente o teste é feito com o uso da urina, porém não é muito confiável. É uma tira, como a do glicosímetro porém é submersa em urina, que dependendo da quantidade de cetonas, a parte com o reagente ficará de uma determinada cor. Já quando o teste é feito com o sangue, é feito em glicosímetros específicos que também medem cetonas, porém a fita utilizada não é a mesma da medição de glicose.

Fita ultilizada para medir cetonas por meio da urina.
Após a reação, a cor obtida é comparada ao quadro para verificar  a quantidade de cetonas no corpo.

Diabéticos (principalmente tipo 1) estão mais "propícios" a cetoacidose pois, como aplicam a insulina, há uma chance maior de erro na quantidade de insulina no corpo do que em pessoas não diabéticas. Porém a cetoacidose pode ocorrer por outras razões também, como aumento de hormônios contra reguladores da insulina, como glucagon, adrenalina, hormônio do crescimento e cortisona. A quantidade desses hormônios podem alterar-se em situações de stress, infecções desde as mais simples até as mais graves. Quando a cetoacidose acontece em diabéticos e em razão da diabetes, o quadro é chamado de cetoacidose diabética.
Para o tratamento da cetoacidose, é necessária a correção da hiperglicemia, correção dos déficits de eletrólitos e manutenção da hidratação, com reposição das perdas de água.

fontes: http://pt.wikipedia.org/wiki/cetoacidose
http://www.portaldiabetes.com.br/diabetes/diabetes-sobre/glicemia-estados/
http://www.tiabeth.com/tiabeth/wp/artigos/2013/10/21/o-que-sao-cetonas-e-por-que-eles-sao-importantes-para-a-auto-gestao-da-diabetes/